Bloco de Notas Digital


Quem vos avisa…

Publicado em políticos, portugal por Zepovinho em 27/05/2008

O pessoal da maioria soocialista começa a dar sinais de algum nervosismo. É natural. As pessoas estão a começar a ficar fartas da atitude deste partido socialista. A arrogância e o cinismo com que fazem as políticas começa a ser devidamente notada. O povo pode ser cego mas não é parvo.

No DN de hoje o Sr. Mário Soares faz uma série de reparos e avisos tendo em atenção a actual situação do país. Lamento que só agora venha a público lembrar que o PS e os seus seguidores “têm de fazer uma reflexão profunda sobre as questões que hoje nos afligem mais: a pobreza; as desigualdades sociais; o descontentamento das classes médias; e as questões prioritárias, com elas relacionadas, como: a saúde, a educação, o desemprego, a previdência social, o trabalho.” Mas mais vale tarde do que nunca.

Aliás o PUBLICO também noticia esta questão. E o Sr. primeiro ministro, usando a habitual demogogia vem dizer que o PSD deixou o país muito mal, do ponto de vista social. E então o governo não se responsabiliza por tudo o que tem vindo a fazer nos últimos TRÊS anos? Coitados são sempre vítimas de outros, ou é da conjuntura externa ou dos partidos que governaram antes deles. É claro que quanto à redução do défice já é da responsabilidade do governo PS e das suas políticas. Então são responsáveis para umas coisas e não para as outras? É esta a atitude dos políticos que acaba por afastar as pessoas da política, pois esta forma de actuar enoja qualquer um que se preze.

Quem me dera ser sueco ou dinamarquês.

Publicado em políticos, portugal, portugueses por Zepovinho em 22/05/2008

Segundo o PUBLICO de hoje, “Portugal foi hoje apontado em Bruxelas como o Estado-membro com maior disparidade na repartição dos rendimentos, ultrapassando mesmo os Estados Unidos nos indicadores de desigualdade. O Relatório Sobre a Situação Social na União Europeia (UE) em 2007 conclui, no entanto, que os rendimentos se repartem mais uniformemente nos Estados-membros do que nos Estados Unidos, à excepção de Portugal.

Pois é, grande novidade. É preciso ser a UE a dizer isto? Não sentimos todos isto?

É revoltante que tenhamos sido governados pelo PS e PSD neste anos que decorreram após o 25 de Abril e que agora nos encontremos nesta situação. Quando será que os portugueses vão abrir os olhos?

Não resisto a reproduzir alguns dos comentários que os leitores do PUBLICO on-line escreveram a propósito desta notícia:

Não faz mal… o governo pede … desculpa e a coisa passa!

Se calhar esta noticia esta errada. Entao nos, os portugas nao temos igualdade na distribuicao?. Basta ver que os ricos estao cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Entao isto nao e igualdade?

ora aí está uma boa razão para a nossa galp continuar aumentar os preços para entregar os dividendo aos angolanos italianos e sr. amorim..o xuxalismo no seu melhor…….e não esqueçam as novas leis do novo código do trabalho que aí v~em para aumentar a desigualdade.aliás esta noticias vem no seguimento de outra em que os gestores portugueses… essa nova casta de iluminados …são dos mais bem pagos da ue.o problema é que o trabalho nunca recebeu tão pouco na hora de distribuir a riqueza produzida na empresa.

Isto é FALSO… Temos um governo Socialista!?????

É vergonhoso o que os sócretinos estão a fazer ao pouco que resta da classe média que tem que pagar pelos ricos, que muito ganham incluindo subsidios e fogem aos impostos e pelos pobres que por isso, e bem, não pagam impostos. A classe média, principalmente a média baixa, que trabalha por conta de outrem não pode ser mais espremida pois não tem mais para dar. Está na altura de gritar BASTA aos sócretinos.

Acreditar nos políticos?

Publicado em políticos, portugueses por Zepovinho em 12/05/2008

Como querem que acreditemos nos políticos? Como querem que os jovens se interessem pela política?

Segundo o jornal Público de hoje veja-se o comportamento dos nossos queridos autarcas:

“12.05.2008
Dos 308 presidentes de câmara, 90 são sócios de pelo menos uma empresa, sem contar com aqueles que detêm acções em sociedades cotadas em bolsa. Desses 29 por cento dos autarcas do país, que estão espalhados por todos os distritos, há 50 que estão ligados apenas a uma firma, sendo 195 o número total de empresas que têm autarcas como sócios.
Os maiores, não só pelo número de empresas a que estão ligados, mas também pela sua importância (o que envolve alguma subjectividade), e sem contar com os de Famalicão e Barcelos (ver outro texto), são o independente Valentim Loureiro (Gondomar), os sociais-democratas Mário Oliveira (Oliveira do Bairro), Manuel Batista (Póvoa do Lanhoso), Alexandre Vaz (Sátão), José Mata Cáceres (Portalegre) e Moita Flores (Santarém) e os socialistas José Santos (Freixo de Espada à Cintra), Fancisco Ferreira (Vizela) e Mário Ferreira (Tarouca).
Valentim Loureiro está de longe na dianteira, com participações em pelo menos 22 empresas de vários sectores, com realce para a fiação e conservas. A sua declaração faz porém pensar que a sua actividade empresarial atravessa um período negro, já que em 2006 teve apenas rendimentos de trabalho dependente (120.070 euros, incluindo o vencimento de autarca), não apontando quaisquer outros rendimentos a não ser 8363 euros de pensões.
Segue-se Mário Oliveira, que entre outros sectores tem uma presença muito forte na indústria cerâmica através do grupo Recer.
Aparentemente as empresas também não lhe propiciam grandes ganhos, sendo apenas de 4238 euros os seus rendimentos de capitais, sem que possua quaisquer outros além dos do trabalho dependente (74.705 euros). O mesmo acontece com o autarca de Freixo de Espada à Cinta, que possui cerca de metade do capital de quatro empresas de transportes de passageiros – incluindo a Rodonorte, com relevo no sector -, mas apenas declarou rendimentos de trabalho (37.945 euros) em 2005.
Entre os restantes destacam-se Mata Cáceres e Moita Flores. O primeiro porque as cinco empresas a que está ligado pertencem ao sector agro-pecuário, mas também porque esta actividade lhe proporcionou um rendimento apreciável: 99.609 euros em 2006.
No caso do autarca de Santarém, as seis empresas em que participa trabalham, entre outras áreas, em vídeo, electrónica e robótica e agricultura, mas também não dão origem a proventos declarados em sede de IRS.
Os autarcas de Vizela, Tarouca, Sátão e Póvoa de Lanhoso, que também manifestam uma significativa actividade empresarial, dividem-se pelos sectores têxteis e águas minerais, agro-alimentar e confecções. Em comum têm o facto de não declarar em sede de IRS quaisquer rendimentos que não sejam de trabalho dependente e, num caso, prediais. J.A.C.

Valentim Loureiro, eleito como independente, não retirou rendimentos das empresas a que está ligado”

Música

Publicado em música por Zepovinho em 08/05/2008

Para aliviar a confusão do dia-a-dia sugiro um pouco de música:

Edvard Grieg