O homem das promessas

19 Julho, 2009

Há certos políticos que cometem sempre os mesmos erros. De promessas estamos todos fartos…

O líder do PS, José Sócrates disse hoje que “o dever de um líder político é fazer propostas e apresentar o seu programa, e não esconder as propostas”, numa alusão a críticas da líder do PSD sobre o anúncio de ontem do primeiro-ministro que prometeu alargar as ajudas às famílias mais pobres.
Eis alguns comentários no PUBLICO online:
19.07.2009 – 19h41 – Antero, Portugal
Ter vergonha? Um bom repto para o Socialismo engavetado. Um bom mote para a fábrica da subsidiarização galopante, decrépita, populista, eleitoralista e a termo. Trabalhai classe média, tendes de abonar ladrões, corruptores, corrompidos, vigaristas e clientelismos de toda a espécie e feitio. O Leque alarga-se e eles também… estão mais gordos. Quando vós apertais o cinto eles anafam-se a desapertá-lo. Quererá isto dizer algo? Claro que sim, o vosso esmifrar é o festim e banquete dos que vos enganam.
19.07.2009 – 19h39 – ESCORPIÃO, lisboa
19.07.2009 – 19h23 – Anónimo, Lisboa-Portugal: Com este palavreado até dá impressão que o Sócrates governou os restantes Países da EUROPA: somente pessoas com um forte ataque de demagogia, e com vontade de assaltar o poder a todo o custo, sem olhar a meios, podem ignorar o que se passa à sua volta, e não reconhecer os seus próprios erros; isso é no mínimo, sofreguidão acelerada de apanhar o tacho mesmo com todos os defeitos que disse. Não reconhecer: Casinos, recibos falsos, sobreiros, SUBMARINOS, neutralização da FEIRA POPULAR, ACÇÕES sem valor, criação de imposto IRC por conta, neutralização do crédito bonificado, aumentos do IVA, do IMI e muito mais malandrices que os Srs. fizeram para aí, a este pobre país e agora estão a por-se fora de tudo com caras de anjinho.
19.07.2009 – 19h37 – Adriano, Braga/Guimarães
A pobreza não pode ser combatida com subsídios, esta politica dos subsídios leva à ruína do país. Em vez de igualdade está a cavar mais desigualdade, a criar portugueses dependentes do subsidio, da parasitarem e a sobrecarregar com impostos e imoralidade os que trabalham, levando-os a desistir. Ninguém trabalha durante muito tempo para os outros, senhor Sócrates. É profundamente medíocre um governo que combate as desigualdades com mais subsídios. Fomentem emprego produtivo há tanta gente que quer trabalhar…O seu governo não é capaz de criar empregos nem que seja a fazerem passeios, passadeiras, limpar florestas, plantar arvores, etc.? Onde está a reflorestação das áreas ardidas? A verdadeira pobreza é a falta de atitude, de verdade, é a falta de ambição para Portugal deste PS. Humilhou os portugueses trabalhadores com o código do trabalho e com o sistema de avaliação de subserviência e agora quer continuar a humilha-los com subsídios?… Os portugueses querem trabalho e salários justos foi para isso que o elegeram… Como é possível que dois cônjuges a trabalhar, com filhos, ganhem menos do que é minimamente decente para terem uma vida razoável e sem esmolas? Este governo consider
19.07.2009 – 19h30 – Paulo Belinsky, Espinho
A desigualdade combate-se essencialmente, embora não na generalidade, com emprego, não com subsidios. A natureza da vida que as pessoas levam é determinada na maior parte pelo tipo de trabalho que fazem e para quem trabalham. Todos os estratos sociais se caracterizam em parte por suas estratégias de sobrevivência material. O trabalho de um homem é a parte mais importante da sua identidade social, do seu destino e da única vida qu ele tem para viver. Trabalha-se para viver e vive-se para trabalhar. O subsidio é apanágio dos governos fracos, que não conseguem criar trabalho nem motivar e/ou apoiar outros a fazê-lo.
O povo português não se deixará enganar, apesar das promessas…

Realidades de um governo PS preocupado som as “conquistas sociais”, conforme o Eng. tem afirmado.

O combate à corrupção “nunca esteve na agenda dos governos nas últimas décadas, porque nunca existiu vontade política”, e as recomendações do Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) “são muito animadoras” disse hoje à Lusa Ana Gomes.
O relatório final do Tribunal de Contas acusa o contrato de exploração do terminal de contentores de Alcântara de só favorecer os interesses da Liscont, a empresa do grupo Mota-Engil. O documento foi aprovado esta semana chega mesmo a dizer que o acordo é ruinoso para o Estado, adianta a edição de hoje do semanário “Sol”.

Rodrigo Leão

16 Julho, 2009

Tom Jobim e Elis Regina

16 Julho, 2009

Sara Tavares

16 Julho, 2009

Parecia fácil, mas havia confusão
Já não sabia, se dizer sim ou não.
Entrar na onda, era fácil aguentar
O que assustava, era como ia acabar.

Os pensamentos começaram a correr
E de repente, eu já estava sem saber
Se tudo aquilo em que eu sempre acreditara (sempre acreditara)
No meio de toda esta loucura
Ia acabar por ser só mais uma mentira.
Foi como ouvir alguém dizer

Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p’ra viver
A minha vida mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.

Tinha vontade, de deixar de lutar
Contra o que sabia que era melhor evitar.
Só uma vez não iria mudar nada
Pensar no fim é que ainda me assustava.

Os pensamentos começaram a correr (os pensamentos a correr)
Mas de repente, eu já estava sem saber (estava sem saber)
Se tudo aquilo em que eu sempre acreditara (acreditara)
No meio de toda esta loucura
Ia acabar por ser só mais uma mentira.
Foi como ouvir alguém dizer

Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p’ra viver
A minha vida mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.

Sei…
Sei…
Sei…
Sei…
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p’ra viver
A minha vida mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.

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